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De Globo.com, em 31/08/09

Peça é uma homenagem ao quadrinista Quino, o criador da garotinha.
Obra foi instalada no bairro de San Telmo, no último domingo (30).

Uma estátua da personagem Mafalda, a mais famosa criação do quadrinista Joaquín Salvador Lavado, o Quino, foi inaugurada neste domingo (30), no bairro de San Telmo, em Buenos Aires. A peça, que tem o tamanho de uma criança de 8 anos, foi desenvolvida pelo escultor Pablo Irrgang. (Foto: AFP)

Quino posa ao lado da estátua de Mafalda. A escultura foi instalada em frente ao prédio em San Telmo, onde o quadrinista morou durante muitos anos. (Foto: AFP)

Do blog Programa Livre

A partir de segunda-feira (dia 3), o Cinusp exibe a mostra Espectos em retrospecto: o cinema como memória de regimes autoritários. Todos os filmes exibidos têm como tema central a vida em estados sob o jugo de regimes ditatoriais, com o objetivo de apressar o acerto de contas com o passado autoritário do Brasil.
O Cinusp também receberá especialistas para duas sessões de debate sobre os filmes exibidos. Na terça-feira (4), às 19 horas, após sessão dupla com os filmes 15 Filhos e Sônia Viva e Morta, e na quarta-feira (5), após a exibição de Vala Comum e Trás Los Pasos de Antígona. O evento é organizado conjuntamente por Cinusp, Cine Olido (no qual será exibida parte da programação), Instituto de Estudos Sobre a Violência de Estado (IEV), e Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. A mostra pode ser conferida até domingo que vem, dia 9. A entrada na parte da mostra que ficará no Cinusp é gratuita. A programação completa do especial você encontra aqui. O Cinusp fica na Rua do Anfiteatro, 181, Colméia, Favo 04, dentro do campus Cidade Universitária da USP. Para mais informações, ligue 3091-3540.

Entre 7 e 27 deste mês, o trabalho de 16 quadrinistas e ilustradores espanhóis será exibido no CCJ Ruth Cardoso

Criado há 10 anos na Espanha, o Prêmio Injuve para la Creación Joven é uma iniciativa do Instituto de la Juventud (Injuve), em parceria com a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid), que promove a itinerância das criações de jovens artistas espanhóis.

A premiação anual dá origem ao evento Creación Injuve que, no campo das artes plásticas, promove a exposição Cómic e Ilustración Injuve 2008, que reúne quadrinhos, ilustrações e desenhos.

Trabalhos de 16 desenhistas de quadrinhos e ilustrações, selecionados no ano passado a partir de mais de 200 inscritos, podem ser conhecidos pelo público brasileiro, entre os dias 7 e 27, no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (CCJ). Entre eles está a criação da ilustradora Raquel Aparicio, de 26 anos, que revela estar curiosa pela reação provocada por sua obra. “Sempre quis visitar o Brasil. Espero que o público goste dos meus trabalhos, pois conheço muitos ilustradores desse país com altíssimo nível e que oferecem uma visão diferente e revigorante.”



O objetivo da exposição é trazer as últimas tendências, representadas por 54 ilustrações e 13 quadrinhos. Essa mostra coletiva foi inaugurada em Madri, no Círculo de Bellas Artes, em dezembro do ano passado. Desde então, as obras já percorreram cidades espanholas como León, Barcelona e Zamora, e seguiram para a América Latina, iniciando o circuito pelo Paraguai, em maio. Depois do Brasil, os trabalhos devem chegar à capital do Peru, Lima.

A chefe de serviços da área de iniciativa do Injuve, Mónica Vergés, destaca a qualidade das ilustrações. Ela aponta que a modalidade não recebe ainda a atenção merecida, mas que iniciativas públicas e privadas passaram a investir no segmento por meio da promoção de feiras e concursos.

Ana Tomé, diretora do Centro Cultural da Espanha em São Paulo, destaca o caráter simbólico de o CCJ acolher essa mostra. “São trabalhos de jovens artistas em exposição para um público também jovem, que pode ser inspirado pela arte”, conclui.

Serviço: Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – foyer do anfiteatro. Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641. Zona Norte. De 7 a 27, das 10h às 20h. Grátis

Tem preço, sim

Uma propaganda que me agrada assistir toda vez que passa é a do Mastercard. Ainda na linha da campanha “Não tem preço”, o rapaz consegue conquistar o sogro representado por um urso. Agradável, cativante.
Mas assim que acaba o comercial, o Senhor W comenta:

“Pois é, o rapaz teve que gastar tudo isso para conquistar o sogro. Quem for pobre nunca vai poder fazer isso. Mas se for pobre com cartão de crédito, pode se endividar e tudo bem!”

Pois é, o Senhor N acabou com o encanto da propaganda!

Entre os dias 7 e 19 de julho, o Cine Olido traz 14 filmes produzidos no Brasil entre as décadas de 1920 até 1980

Em cartaz a partir do dia 7 de julho, a mostra Clássicos Brasileiros apresenta uma seleção de filmes nacionais adquiridos recentemente pelo acervo da Programadora Brasil, projeto da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Entre os destaques da programação estão quatro produções paulistas da década de 1920. A primeira delas é Batismo de Carmencita, 25 de junho de 1921 (1921), de Zé Dassilva. Os outros três trabalhos que integram a sessão foram realizados por José Medina, um dos diretores pioneiros do cinema paulistano. Dois filmes de Medina, exibidos nesta mostra, costumam ser citados entre os melhores trabalhos feitos no Brasil na fase muda: Exemplo Regenerador (1919) e Fragmentos da Vida (baseado num conto do escritor norte-americano O. Henry, 1929). Além disso, Rossi atualidades nº 126 (1926) é o terceiro trabalho do diretor que integra a sessão especial dedicada aos anos 20.

Outra preciosidade que merece destaque é o conjunto de sete produções cariocas sobre música, chamado de Brasilianas. Dirigido por Humberto Mauro, Brasilianas conta com as seguintes produções: Aboio e cantigas (1954), Canções populares – Azulão e O pinhal (1948), Canções populares – Chuá Chuá… e Casinha pequenina (1945); Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira (1955), Engenhos e usinas – Música folclórica brasileira (1955), Manhã na roça – Carro de bois (1956) e Meus oito anos – Canto escolar (1956).

Além disso, São Paulo S.A (1965), de Luiz Sergio Person é outro clássico imperdível. O filme apresenta um painel sobre o impacto das transformações sociais e econômicas na cidade de São Paulo após a implantação da indústria automobilística no Brasil.

Serviço: Galeria Olido – Cine Olido. Av. São João,473. Centro. Tel. 3397-0171/ 3331-8399. R$ 1 real. www.galeriaolido.sp.gov.br

Programação completa:

BEBEL, GAROTA PROPAGANDA
(São Paulo, 1967, 103 min). Dir.: Maurice Capovilla. Com Rossana Ghessa, John Herbert, Paulo José e outros.
Após sair de um bairro pobre de São Paulo, garota procura a fama na publicidade e na televisão por meio de ligações amorosas com um jornalista, um milionário, um produtor de televisão e um publicitário.
/ Dia 7, 15h. Dia 12, 17h

A HORA DA ESTRELA
(São Paulo, 1985, 96 min). Dir.: Suzana Amaral. Com Marcélia Cartaxo, José Dumont, Tamara Taxman e outros.
Moça ingênua vem do Nordeste para tentar mudar de vida em São Paulo e se depara com pessoas de índole duvidosa.
/ Dia 7, 17h. Dia 14, 19h30

CIDADE OCULTA
(São Paulo, 1986, 75 min). Dir.: Chico Botelho. Com Arrigo Barnabé, Carla Camurati, Cláudio Mamberti e outros.
Aventura urbana que conta a história do marginal Anjo, sua namorada Shirley Sombra, o velho Japa e o vilão Ratão.
/ Dia 7, 19h30. Dia 14, 15h

DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL
(Bahia, 1964, 110 min). Dir.: Glauber Rocha. Com Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle e outros.
Vaqueiro se revolta contra a exploração imposta por um coronel e o mata durante uma briga. O assassino passa a ser perseguido por jagunços e é obrigado a fugir com a mulher.
/ Dia 8, 15h. Dia 14, 17h. Dia 18, 19h30

O HOMEM QUE VIROU SUCO
(São Paulo, 1979, 97 min). Dir.: João Batista de Andrade. Com José Dumont, Célia Maracajá, Ruth Escobar e outros.
História de Deraldo, poeta popular nordestino recém-chegado a São Paulo, que tenta sobreviver com a venda de poesia e folhetos.
/ Dia 8, 17h. Dia 15, 15h

MACUNAÍMA
(Rio de Janeiro, 1969, 105 min). Dir.: Joaquim Pedro de Andrade. Com Grande Otelo, Paulo José, Jardel Filho e outros.
Baseado na obra de Mário de Andrade, o filme conta a história de um anti-herói, ou um herói sem nenhum caráter, nascido no fundo da mata virgem.
/ Dia 8, 19h30. Dias 15 e 18, 17h

A LIRA DO DELÍRIO
(Rio de Janeiro, 1978, 105 min). Dir.: Walter Lima Júnior. Com Anecy Rocha, Cláudio Marzo, Paulo César Pereio e outros.
Uma dançarina tem seu bebê seqüestrado e se envolve com um homem que é, ao mesmo tempo, malandro e homem de negócios. Um policial tenta ajudá-la, enquanto investiga um atentado contra um homossexual.
/ Dia 9, 15h. Dia 15, 19h30. Dia 19, 17h

METEORANGO KID – O HERÓI INTERGALÁTICO
(Bahia, 1969, 80 min). Dir.: André Luiz Oliveira. Com Antônio Luis Martins, Milton Gaúcho, Nilda Spenser e outros.
O filme narra, de maneira irreverente, as aventuras de um estudante universitário no dia de seu aniversário.
/ Dia 9, 17h. Dia 16, 15h

SARGENTO GETÚLIO
(Sergipe, 1983, 85 min). Dir.: Hermano Penna. Com Lima Duarte, Fernando Bezerra, Orlando Vieira e outros.
O filme narra, em tom épico, a viagem realizada pelo sargento Getúlio e o motorista Amaro no cumprimento da missão de transportar um preso político.
/ Dia 9, 19h30. Dia 16, 17h

ESPECIAL HUMBERTO MAURO
Conjunto de sete produções cariocas sobre música intitulado Brasilianas, com direção de Humberto Mauro: Aboio e cantigas (1954), Canções populares – Azulão e O pinhal (1948), Canções populares – Chuá Chuá… e Casinha pequenina (1945); Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira (1955), Engenhos e usinas – Música folclórica brasileira (1955), Manhã na roça – Carro de bois (1956) e Meus oito anos – Canto escolar (1956).
/ Dia 10, 15h. Dia 16, 19h30

O CANTO DO MAR
(São Paulo, 1953, 123 min). Dir.: Alberto Cavalcanti. Com Margarida Cardoso, Cacilda Lanuza, Aurora Duarte e outros.
História de retirantes que fogem da seca rumo ao litoral, primeira etapa da migração em direção ao sul, encontrando, no caminho, misérias, traições e desesperanças.
/ Dia 10, 17h. Dia 17, 15h

UMA SESSÃO DE CINEMA NOS ANOS 20
Reunião de quatro produções paulistas produzidas na década de 1920: Batismo de Carmencita, 25 de junho de 1921. Dir.: Zé Dassilva (1921); Exemplo regenerador. Dir.: José Medina (1919); Fragmentos da vida. Dir.: José Medina (1929); e Rossi atualidades nº 126. Dir.: José Medina (1926).
/ Dia 10, 19h30. Dia 17, 17h

SÃO PAULO S.A.
(São Paulo, 1965, 107 min). Dir.: Luiz Sergio Person. Com Walmor Chagas, Darlene Glória, Eva Wilma e outros.
Painel sobre o impacto das transformações sociais e econômicas na cidade de São Paulo provocadas pela implantação da indústria automobilística no Brasil, sob a ótica de um homem em ascensão.
/ Dia 11, 17h. Dia 17, 19h30

TUDO BEM
(Rio de Janeiro, 1978, 110 min). Dir.: Arnaldo Jabor. Com Fernanda Montenegro, Paulo Gracindo, Maria Silvia e outros.
Uma família de classe média do Rio de Janeiro decide reformar o apartamento para o noivado da filha, que só pensa em se casar.
/ Dia 11, 19h30. Dia 18, 15h

Novas regras para ônibus fretados

Em São Paulo, hoje saiu a notícia na imprensa de que a Prefeitura de São Paulo criou uma área de 70 quilômetros quadrados de restrição para a circulação dos ônibus fretados. A proibição terá um horário específico: de segunda-feira à sexta-feira, das 5 horas às 21 horas. Os usuários dos ônibus fretados terão que desembarcar em pontos fora da zona de restrição para integração com outros meios de transporte – ônibus, metrô, trens e linhas especiais.

Apesar da afirmação de que os usuários foram ouvidos e se mostraram favoráveis à medida, ficou uma impressão de que eles serão bem prejudicados.

Senhor W. resmunga ao meu lado:

“Isso é para favorecer as companhias de ônibus e o metrô/trens, que estão perdendo clientes para os fretados. Para os fretados que diferença faz? Vão cobrar o mesmo, nem vão dar desconto para os usuários. Mas os usuários terão que gastar mais e levar mais tempo para chegar ao trabalho. Foram favoráveis por que? Onde está essa pesquisa para eu ver?”

Não sei, vamos atrás.

Quem é "o cara"

Recebi por e-mail de um amigo:

Lula não é o cara. Esse ai em baixo é o cara!!!!!

Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã, cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. ‘A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.’

Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País.

Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares, 3 mansões – uma, em Ponta Porã, avaliada em R$ 5,8 milhões – 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte.
‘Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.’ No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. ‘Estou valorizado’, brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado.
Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. ‘No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.’ É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família – mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. ‘Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada.’

Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. ‘Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.’ Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu ‘bunker’, auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.

Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o ‘rei da soja’ no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. ‘As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.’ O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha ‘dever de ofício’ enfrentar o narcotráfico. ‘Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.’

ESTE MERECE NOSSOS APLAUSOS!
POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU ESSA BRAVURA QUE O BRASIL PRECISA SABER?

Errinhos

Desculpe. É assustador…

Pelo menos a Folha possibilita comunicar erros.

Nova edição da Verbo21


A nova edição da revista eletrônica VERBO 21 traz, entre outros:

Entrevistas com LUIZ COSTA LIMA e CARLOS MARCELO
baixe o novo CD de JOSEPH K? totalmente free
as cabines infernais de antonio carlos viana por paulo andré correia
sete pecados geniais por ademir luiz
crônica de marcos al’franco
micro pílulas de josé cláudio m. da costa

COLUNAS SOBRE MEIO-AMBIENTE, POLÍTICA, CINEMA, COMPORTAMENTO…

Posts favoritos do Twitter

Estes são até o momento os posts favoritos de quem eu sigo no Twitter:

  • O problema do Brasil é a falta de blogueiros iranianos (amiga B)
  • Acreditar ou não na veracidade do meu “eu twitter” é como uma escolha artística. É preferir o surrealismo ao realismo. (Wagner Moura)
  • Essa coisa de ficar longe do Twitter por mais de 24 horas provoca culpa e náuseas. Será crise de abstinência? (amiga B)
  • Há de ter asas quem ama o abismo (amigo B)
  • Me perguntando o porquê dessa febre toda em torno dessa coisa chata que é o twitter…. (amiga D)
  • Fundindo a cabeça a pensar em indústria cultural e mass media ao ver q a repercussão de Wagner Moura está sendo 3 x maior que a de Hamlet (Wagner Moura)
  • Confesso que não tenho a mínima vontade de dizer o que estou comendo ou informá-los que estou com sono ou qual programa de TV estou vendo… (amigo E)
  • Minha gente, que que é isso? Fico um tempo sumido e tem mais de 1.800 lendo o que eu escrevo. Isso lotaria quantos Municipais? (Wagner Moura)

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