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Fábulas Delicadas, o livro

Divulgado pelo amigo Foca:

Amigos,

Espero vocês no lançamento aqui em São Paulo desta instigante escritora de Salvador.

Wilson Neves
www.verbo21.com.br
http://snowbros.wordpress.com/
http://tecnociencia.inf.br/tecnico/wjneves

O dia 17/06/09 na história

Fato impressionante do dia:

Por 8 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram na sessão desta quarta-feira (17) que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão. ” (UOL)

Após 40 anos de obrigatoriedade do diploma, a profissão deixa de ser regulamentada. Pode ser exercida por qualquer um em nome da livre expressão. Assim como em outras atividades, o destino não será as empresas jornalísticas preferirem contratar pessoas não formadas para
pagar menos (sem teto salarial estabelecido para a categoria)?

Fato triste do dia:

Palmeiras perde gols demais no Uruguai e deixa a Libertadores” (Globo.com)

A torcida pediu a saída de Luxemburgo, mas Beluzzo disse não. Sem comentários.

Na falta de poder consultar uma fonte que consolidasse a evolução da gripe A H1N1 – que boa parte da mídia continua a chamar de gripe suína, apesar da nova denominação adotada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) – resolvi fazer eu mesma uma compilação de dados.
Consultando os principais portais de internet e vendo a inconstância e inconsistência de informações, fui também à fonte oficial dos informes do Ministério da Saúde.

O quadro atual no Brasil é o seguinte:


29/Abr 08/Mai 21/Mai 28/Mai 05/Jun 09/Jun 11/Jun 12/Jun 13/Jun 14/Jun 15/Jun 16/Jun 17/Jun
SP 0 2 3 6 13 17 20 20 23 23 27 27 34
SC 0 0 1 2 5 6 10 10 10 17 17 19 24
MG 0 1 1 1 1 1 4 5 5 9 9 11 14
RJ 0 1 3 4 7 9 10 10 10 10 10 11 13
TO 0 0 0 0 2 3 4 4 4 4 4 4 4
DF 0 0 0 0 0 1 1 1 2 2 3 3 3
MT 0 0 0 0 2 2 2 2 2 2 2 2 2
BA 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1
RS 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
TOTAL 0 4 9 14 31 40 52 54 58 69 74 79 96














MORTES 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
SUSPEITOS 36 30 14 20 42 49 55 70 73 68 79 96 80
DESCARTADOS 0 113 288 322 405 425 446 454 462 466 480 490 510

Ver quadro completo.

HISTÓRICO

A atual pandemia é a primeira em 41 anos. Segundo a Folha Online, de 11/06/09:

No século 20, ocorreram três pandemias no mundo. A primeira surgiu em 1918, e ficou conhecida como gripe espanhola. Ela é apontada como a mais devastadora de todos os tempos. Historiadores estimam que o vírus matou entre 20 milhões e 100 milhões de pessoas em diversos países do mundo. Também conhecida como peste pneumônica, a doença teve o primeiro caso foi confirmado em março daquele ano nos Estados Unidos. No mês seguinte, tropas francesas, britânicas e americanas localizadas na França desenvolveram sintomas do problema. Em maio, o vírus havia avançado para Grécia, Espanha e Portugal. Em agosto, a população da Suécia e dos Países Baixos foi afetada. A gripe espanhola também chegou ao Oriente, a países como a China e a Índia.
Em 1957, surgiu a gripe conhecida como asiática. As primeiras vítimas do vírus H2N2 foram confirmadas na China. Em apenas dois meses, a doença havia se espalhado para todo o Oriente, seguindo depois para África, Europa e América. Em dez meses, todas as regiões do planeta registravam casos da doença. O nível de pandemia foi atingido rapidamente por causa, entre outros fatores, da rapidez das viagens internacionais. Segundo a OMS, essa gripe, que pode ter contaminado até 80% da população mundial, fez 2 milhões de vítimas.
A última pandemia do século 20 ficou conhecida como Gripe de Hong Kong, porque surgiu no país asiático no ano de 1968, causada por uma nova variação do vírus Influenza A. Embora a gripe tenha demorado para atingir outras regiões do planeta, aproximadamente meio milhão de pessoas morreu. O número é bem menor do que a pandemia anterior, graças ao rápido isolamento das vítimas e à evolução dos antibióticos. A pandemia de gripe suína é a primeira do século 21. No entanto, nesta década, algumas doenças assustaram o mundo, mas não passaram do nível de alerta. Entre elas estão a Sras (síndrome respiratória aguda grave), em 2003, e a gripe aviária (H5N1), cujo surto ocorreu em 2005.

CRONOLOGIA

  • 29/04 – OMS elevou o nível de alerta de pandemia de gripe de 4 para 5
  • 30/04 – OMS rebatiza a gripe suína para “gripe A (H1N1)”
  • 06/05 – México (822 /29 mortos); EUA (403 casos / 1 morto); Canadá (165 casos / 0 mortos)
  • 18/05 – Vírus da nova gripe no Brasil é similar geneticamente ao que circula no exterior
  • 05/06 – México (5563 /103 mortos); Canadá (1795 casos / 3 mortos); EUA (1105 casos / 17 mortos);
  • 11/06 – OMS decide elevar do nível 5 para 6, o máximo na escala de alerta de pandemias. O termo tem relação apenas com a ampla distribuição geográfica do vírus, e não com a sua periculosidade.
  • 12/06 – Novartis anuncia a primeira vacina contra a gripe suína. A OMS registra que ao menos 29.669 pessoas, de 74 países, já contraíram gripe suína.
  • 16/06 – EUA (17.855 casos / 45 mortos); México (6.241 /108 mortos); Canadá (2978 casos / 4 mortos); Chile (1694 casos / 2 mortos)
  • 16/06 – OMS divulga balanço de 35.928 casos e 163 mortes, tendo atingido 82 países. O Instituto Adolfo Lutz, de SP, anunciou detecção de mutação do vírus em São Paulo após isolamento e sequenciamento.
  • 17/06 – O laboratório farmacêutico francês Sanofi Aventis anunciou nesta quarta-feira que irá doar 100 milhões de doses da vacina contra a gripe suína. A Novartis (suíça) disse que não vai distribuir a vacina gratuitamente aos países mais pobres. A OMS apela para a “solidariedade” da indústria farmacêutica. Total de 39.017 casos e 172 mortes no mundo.

NOTA:
A letalidade em casos confirmados laboratorialmente é de: no mundo 0,44%, Colômbia 2,22%, México 1,70%, Guatemala 0,84%, República Dominicana 1,07%, Costa Rica 0,67%, Estados Unidos 0,25%, Canadá 0,20%, Argentina 0,54%, Chile 0,09% e Reino Unido (Escócia) 0,07%.

Leia mais:
Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas no site do Ministério da Saúde
Recomendações do Ministério aos viajantes que se destinam aos países afetados
Recomendações do Ministério aos viajantes procedentes de países afetados

Plano de Contigência Brasileiro para uma possível Pandemia

Pintura tridimensional

Integrantes do Studio Kobra de artes fazem pintura tridimensional de carro Ford 35, na praça do Patriarca, região central de São Paulo

Foto Joel Silva/Folha Imagem

Projeto é um movimento de ‘libertação’ de livros em locais públicos.

Desde o início de maio, espaço aderiu ao BookCrossing.

Do G1, em São Paulo

Casa das Rosas vira espaço de troca de livros

A Casa das Rosas, espaço de literatura e poesia localizado na Avenida Paulista, se tornou um espaço para troca de livros. Desde o início de maio, a casa aderiu ao projeto BookCrossing, movimento de “libertação” de livros em locais públicos para serem achados por outros leitores, e se tornou uma “crossing zone” (na tradução, zona de troca de livros).

Funciona assim: qualquer leitor pode deixar um livro na Casa das Rosas para outros leitores, enquanto também pode escolher outra obra que estiver disponível no espaço para levar embora e ler, mas, com o compromisso de passá-la adiante.

A Casa das Rosas é a sexta “crossing zone” do Brasil, sendo a terceira na cidade de São Paulo. Em média, 200 livros da literatura brasileira, especialmente de poesia, compõem essa espécie de biblioteca circulante.

Como participar

O doador da obra entra no site do movimento, que tem adesão de leitores de mais de 130 países, e cria um perfil – o site é em inglês; uma página na web em português está em construção. Com o livro em mãos, registra e anota na contracapa o código de identificação gerado.

Após o cadastramento, é preciso deixar o livro na Casa das Rosas ou em uma das outras zonas oficiais, ou ainda, se preferir, pode deixá-lo em um espaço público qualquer.

A pessoa que pegar o livro deve informar o paradeiro da obra no próprio site, e se quiser pode também registrar a sua opinião sobre a leitura.

Obras raras podem ser consultadas pela internet.
Trabalho é feito por robô que ‘lê’ 2,4 mil páginas por hora.

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Para quem temia que os livros sumiriam na era da internet, uma boa notícia: o tradicional e o virtual viraram aliados.

Veja o site do Jornal Nacional

A biblioteca brasiliana Guita e José Mindlin está sendo digitalizada. O acervo é um tesouro formado durante 80 anos por José Mindlin, de 94 anos. E ele está doando tudo.

“A idéia da biblioteca ser parte da universidade e ser pública prevaleceu desde o início. Eu sou, durante todos esses anos, conservador dos livros, guardião dos livros”, diz ele.

Agora, esses livros começam a se transformar em páginas virtuais. Quem faz esse trabalho é um robô que “lê” 2.400 páginas por hora. Três mil documentos já podem ser acessados pelo computador.

Mas a biblioteca virtual brasiliana será muito mais do que isso. São 25 mil títulos. Livros feitos no Brasil e sobre o Brasil, preciosidades desde o século 16. Entre eles, estão a primeira edição do livro de viagens de Hans Staden, a primeira dos 17 volumes dos sermões do Padre Antonio Vieira, as primeiras edições dos livros de Machado de Assis, muitos autografados. Os brasileiros terão acesso a tudo isso gratuitamente, via internet.

A primeira edição de “Helena”, de Machado de Assis, tem uma dedicatória a um amigo e já está na rede. Textos produzidos no século 19, na época da abolição, também. Todas essas raridades estão disponíveis do site da biblioteca (www.brasiliana.usp.br).

Lançado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, concurso cultural receberá fotografias que retratem a influência dos africanos no Brasil

Embora o mês oficial de comemoração seja novembro, as ações de valorização e promoção da cultura negra já começaram para a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Em evento realizado nessa semana na capital paulista, o órgão lançou a campanha fotográfica “África em Nós”, que pretende destacar a influência africana na sociedade brasileira.

Aberta a fotógrafos profissionais, amadores e estudantes de fotografia, a campanha convida a população a pegar uma câmera fotográfica e registrar rostos e cenas que retratem a influência da cultura negra no cotidiano e ressaltem a importância da valorização social dos afro-descendentes. Com curadoria do fotógrafo Walter Firmo, a campanha reunirá as 100 melhores imagens enviadas pela população em um livro, além de exibi-las em uma mostra especial dentro da programação cultural do Mês da Consciência Negra (Novembro).

Os interessados em participar da campanha “África em Nós” poderão enviar suas fotos até o dia 15 de setembro, diretamente para o site da ação. Serão aceitas até dez fotos por participante. Todas as imagens enviadas ficarão expostas no site e uma comissão irá julgar os melhores trabalhos. Na avaliação, serão considerados os critérios de criatividade; originalidade; estética; qualidade fotográfica (técnica); relevância da mensagem de prevenção e qualidade informativa.

De acordo com a Secretaria da Cultura, a campanha visa valorizar a herança africana e a diversidade dos brasileiros. A ação conta com o apoio da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias da Secretaria de Estado da Cultura e a expectativa é de receber mais de 50 mil imagens até o final da ação.

Além da divulgação dentro do próprio site, a campanha “África em Nós” também será divulgada através de cartazes, espalhados por toda a cidade, ilustrados com fotografias de Walter Firmo. Também foram produzidos folders, que trazem om regulamento completo do concurso e a ficha de inscrição. A campanha também será divulgada via internet, em redes sociais como Twitter, Orkut e Flickr.

Trajetória da emissora será relembrada com atrações que marcaram época na TV e no rádio
Há 40 anos, no dia 16 de junho de 1969, entrava no ar a TV Cultura de São Paulo, primeira emissora da Fundação Padre Anchieta. Começava entre os paulistas a televisão educativa, com a missão de disseminar cultura e informação, e contribuir para o fortalecimento da cidadania. Para comemorar a data, a Cultura leva ao ar, a partir de segunda-feira (15/6), programas que marcaram época.

Entre 15 de junho e 5 de julho, a Cultura exibe conteúdo retrospectivo em diversos programas, incluindo Metrópolis, Provocações, Zoom, Jornal da Cultura, Entrelinhas e Vitrine. Além disso, na terça-feira (16/6), as atrações infanto-juvenis que consagraram o canal e lhe renderam inúmeros prêmios, como Bambalalão, X-Tudo, Revistinha, Confissões de Adolescente e Vila Sésamo (gravado na década de 70), serão relembrados em mais de 10 horas de programação – das 8h às 19h15 – dedicadas às crianças e seus pais, que cresceram assistindo ao canal.

Na mesma data, o Jornal da Cultura começa a exibir um quadro de memória jornalística, com matérias que foram ao ar no mesmo dia, em algum ano das últimas quatro décadas.

Consagrados musicais da emissora também ganham espaço nessa retrospectiva. Na quarta-feira (17), às 22h10, o Ensaio apresenta um compilado com edições antológicas de três décadas do programa (1970, 1990 e 2000), incluindo a época em que a atração era chamada de MPB Especial. Histórias e canções de grandes nomes, como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ney Matogrosso e Os Paralamas do Sucesso, podem ser revistas, sob o comando de Fernando Faro. E para o domingo, 5 de julho, o Viola, Minha Viola também prepara um especial, com destaques da atração comandada por Inezita Barroso desde 1980.

A partir do dia 6 de julho, até 2 de agosto, a faixa das 20h às 21h será ocupada pelo Festival 40 Anos. Neste período serão levados ao ar 28 programas – na íntegra ou trechos – gravados nos últimos anos, nas áreas de dramaturgia, musicais, cultura, infantis, jornalismo e educação, e dedicados aos diversos públicos.

Mas as novidades não param por aí. A TV Cultura também ganha novas vinhetas com o slogan Cultura 40 Anos, a TV que Faz Bem, além de programetes relembrando atrações e personalidades que ajudaram a escrever a história da emissora, intitulados A História da TV Passa por Aqui, que serão exibidos no decorrer da programação.

Nas Rádios Cultura FM e Cultura Brasil a festa continua com uma série de programetes, de até dois minutos de duração, sobre as atrações jornalísticas, musicais e culturais de maior sucesso da TV.

Fonte: TV Cultura

Também no Shopping UOL


Também no UOL deparei-me com um erro cometido por uma pessoa desatenta: não quero comprar uma “potrona“, pois não sei o que é.
Empregos aos revisores novamente… rsrsrs.

Do iG Turismo – 27/05/09

Quinta edição do evento Piauí Sampa começa no dia 1º de junho, na capital paulista.

- Piauí tem roteiro histórico e emocionante
- Delta do Parnaíba, uma raridade das Américas no Nordeste

A quinta edição do Piauí Sampa – A Terra do Sol na Terra da Garoa -será realizada de 1º a 7 de junho, no Átrio Pinheiros do Shopping Eldorado, na capital paulista.

O evento traz, mais uma vez, uma série de novidades sobre o Piauí para São Paulo. Este ano, o evento mostra as manifestações culturais do Nordeste como o Cavalo Piancó, o Pagode de Amarante, o Reizado, além de maxixes, cocos, carimbós, sambas de roda, calangos, baralhos, leseiras e lundus. O multi-instrumentista e compositor piauiense Emerson Boy também fará apresentações.

Promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento é uma boa forma de conhecer o Piauí sem sair de São Paulo – e ficar com vontade de colocar os pés no Estado, em busca de suas belezas e tradições.

A mostra terá 17 estandes, sendo 13 para comercialização de artesanato e degustação de mel, castanha e caju e outros quatro apresentando peças customizadas da moda piauiense. A arte santeira piauiense é conhecida em todo o mundo. Em São Paulo, o público poderá ver trabalhos desenvolvidos por associações, cooperativas e grupos de produção assistidos pelo Sebrae nos municípios de Parnaíba, Luis Correia, Ilha Grande de Santa Isabel, Teresina, Pedro II, Campo Maior, Floriano, São Raimundo Nonato, União e José de Freitas.

Cestaria e Trançado, Renda de Bilro, Bordados, Cerâmica, Arte Santeira em madeira, Tecelagem, Artesanato em Opala, Couro e Biojóias poderão ser adquiridos pelos visitantes a preços muito convidativos.

Haverá, ainda, um café gastronômico, onde as pessoas poderão comprar o mais puro mel do Brasil, castanha, cajuína, além de provar doces e quitutes da culinária piauiense.

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