Fragmentos Móveis

Produtos ecológicos segunda-feira, 16 fevereiro, 2009

Filed under: Meio-ambiente,Tendências Digitais — fragmentosmoveis @ 2:02 pm
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Imagine você ter um notebook revestido de bambu e uma impressora que usa borra de café em vez de cartucho de tinta industrial…
Vi em notícias separadas no blog Empresa Verde e em momentos distintos.

O Notebook:
Deve começar a ser comercializado no Brasil em 2009. A invenção é da empresa de informática Asus, de Taiwan. Chamado de Eco Boook, o notebook “ecológico” teria como atrativo ser “verdadeiramente verde” – desde a sua concepção até a produção e o descarte.

A Impressora:
Desenvolvida pelo coreano Jeon Hwan Ju, “a máquina dispensa o uso de tintas e cartuchos cheios de produtos químicos e imprime suas imagens e textos usando borra de café ou chá.” Foi batizada de RITI Coffee. Resta saber se ler um texto com cheiro de café agradará a todos.

 

Aterro em Nova Iguaçu segunda-feira, 23 julho, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 7:12 am
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  • Hoje na Globo News uma matéria mostrou o Aterro Sanitário de Nova Iguaçu, considerado modelo, que tem contrato com uma empresa da Holanda para fornecimento de gás oriundo da queima do lixo. O contrato é estimado hoje em R$ 13 milhões.
  • O interessante é que o Protocolo de Kyoto exige que seja feita uma auditoria sobre os volumes de gases de diversos tipos que eles conseguiram evitar que fosse liberado no meio-ambiente. A auditoria é feita por um órgão da ONU, mas para garantir a transparência do processo, mesmo antes da auditoria oficial eles são auditados por uma empresa americana.
  • Ou seja, os EUA não assinam o Protocolo de Kyoto mas lucram com ele!
 

Uma forma de favorecer os grandes latifúndios? domingo, 22 abril, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 8:49 am
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Achei a notícia tão relevante que resolvi reproduzí-la abaixo. Só dá para concluir que a intenção é favorecer os grandes latifúndios.

Crédito da foto: www.cnpm.embrapa.br


Projeto exclui da Amazônia Legal MT, TO e MA

Notícia de 22.04.07 – Agência Estado

No momento em que a Organização das Nações Unidas (ONU) deflagra um debate sobre o aquecimento global e a situação climática no mundo, um projeto de lei que tramita no Senado promete esquentar ainda mais o debate no Brasil. Ele cria brechas para ampliar a derrubada da floresta amazônica e para regulamentar propriedades rurais, de produção de soja ou usadas na pecuária, com desmatamento acima dos 20% permitidos pela legislação.

Estados como Mato Grosso poderão, pelo projeto, reduzir à metade a área hoje considerada de preservação ambiental. O projeto do senador Jonas Pinheiro (DEM-MT), protocolado em fevereiro e já endossado com parecer favorável da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, prevê uma alteração no Código Florestal para excluir áreas de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão da Amazônia Legal.

A situação seria mais crítica em Mato Grosso, Estado que lidera o desmatamento florestal no País e concentra a maior parte da Amazônia Legal fora da Região Norte. A transformação do projeto em lei facilitaria o serviço de regularização das áreas desmatadas, pois significaria transferir 54% da área de Mato Grosso, hoje dentro do bioma Amazônia e Amazônia Legal, para o bioma cerrado. De acordo com o Código Florestal, dos 906 mil quilômetros quadrados do território mato-grossense, 490 mil não podem ter mais que 20% de área desmatada. Os números mostram, no entanto, que o limite não é respeitado por madeireiros, pecuaristas e agricultores.

O senador Pinheiro admite que seu projeto é polêmico, mas diz que vai defendê-lo até o final. Contestando as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pinheiro sustenta que 60% de Mato Grosso não pertence ao bioma Amazônia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Para saber ou para não esquecer (I) segunda-feira, 26 março, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 8:57 am
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Esses dias estão saindo notícias na mídia. Então, para os que já leram corro o risco de soar repetitiva. Mas o registro fica e daqui a algum tempo pode ser que leitores leiam uma “novidade” (que não souberam pela mídia na época) ou relembrem fatos esquecidos.

Escravidão – Trabalhos forçados

      • Passados 200 anos do fim do tráfico de escravos no Atlântico, milhões de adultos e crianças continuam sendo vendidos para trabalhar na prostituição, na agricultura ou na mineração, em condições degradantes, em troca de pouca ou nenhuma remuneração.
  • Organização Internacional do Trabalho estima que 12,3 milhões de pessoas são vítimas do trabalho forçado. Já a ONG norte-americano Free the Slaves estima que haja 27 milhões de pessoas nessa situação.
  • Especialistas da ONU e de outras entidades afirmam que o tráfico humano movimento 32 bilhões de dólares — 10 bilhões com a venda de indivíduos, e o restante com os lucros de suas atividades. Fonte: Reuters

Escravidão Sexual

  • Mais de um milhão de mulheres trabalham como escravas sexuais para redes internacionais de tráfico de pessoas, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
  • São vítimas de um negócio que fatura US$ 32 bilhões por ano no mundo. Na ponta do esquema, estão aliciadores, na maioria das vezes, da própria comunidade em que elas vivem. No Brasil, um ‘olheiro’ ganha cerca R$ 600 por “escrava”, segundo os cálculos dos serviços de assistência a vítimas.
  • Em 2000, os países da ONU assinaram em Palermo, na Itália, um protocolo que em linhas gerais define o tráfico de pessoas como o “recrutamento” ou “transporte forçado” de pessoas, em que uma tem “autoridade sobre outra para fins de exploração”. Fonte: BBC

Falta de água

  • Atualmente, 2,6 bilhões de pessoas – metade da população dos países em desenvolvimento – vivem em locais sem condições básicas de saneamento.
  • Os problemas relacionados à falta de acesso à água adequada matam mais de 1,6 milhões de pessoas todos os anos. Fonte: BBC
 

Outono terça-feira, 20 março, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 11:53 am
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Hoje começa o outono no hemisfério sul do planeta. Quase esquecidas as mudanças de estação no mundo globalizado do aquecimento global.

Hoje começa o outono. A chuva pára, o tempo esfria, as folhas caem. Tudo começa pontualmente às 21h07 nesta terça-feira.

O efeito estufa tem enfraquecido o efeito do outono e do inverno no Brasil, onde essas estações também não eram tão rigorosas quanto em outros países, nem tão significativas em nosso imaginário pautado pelo verão.

Hoje no Google há 10.700 imagens do Outono, mas apenas 236 do Brasil. Um dia a foto ao lado, do outono em Curitiba, será um registro do passado.

Crédito da foto: Angel, em http://www.brazzilbrief.com/viewtopic.php?t=3845&start;=20&sid;=0bb4c71c8a39491cb5ef6253226ed171

 

No Overmundo quarta-feira, 14 março, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 7:45 pm
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Mesmo quem não habita o Overmundo pode passar de vez em quando lá.
Dê uma olhada:
http://www.overmundo.com.br/overblog/da-pizza-de-jambu-a-biopirataria

 

Da pizza de jambu à biopirataria sexta-feira, 9 março, 2007

Filed under: Uncategorized — fragmentosmoveis @ 1:22 pm
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Tudo começou quando li no Overmundo.com.br sobre um lugar conhecido nacionalmente em Belém, do Pará, por sua pizza de jambu. Fiquei surpresa e feliz. Agora entrei para o rol das pessoas que já ouviram falar de pizza de jambu.

Segundo Vladimir Cunha, que deu a dica no site, esse lugar, “Café Imaginário é também um dos pontos preferidos da turma que gosta de música instrumental e de espaços alternativos em Belém” e é frequentado por “artistas, músicos, jornalistas, artistas plásticos e demais integrantes da fauna boêmia local“.

Pra quem não sabe, jambu é uma erva típica da região norte do Brasil, mais precisamente do Pará. Também é conhecida como agrião-do-pará. O jambu é muito utilizado na culinária paraense, podendo ser encontrado em iguarias como o tacacá (ai, que delícia!) e o pato no tucupi.
Que novidade para uma paulista! Adoro tacacá, mas nunca imaginei o jambu como ingrediente de uma pizza. Fiquei louca para experimentar. Morei quando criança em Belém, mas saí aos 4 anos e nunca mais voltei!

Daí, foi um passo para descobrir um pouco mais sobre meu querido jambu e compartilho aqui as informações do site Biopirataria.org:

  • A medicina tradicional recomenda suas folhas e flores na elaboração de infusões no tratamento de anemia, dispepsia, malária, afecções da boca (dor de dente) e da garganta e, contra escorbuto, e também como antibiótico e anestésico.
  • Existem Patentes sobre o princípio ativo da espécie em nome de companhias japonesas, para produção de cremes cosméticos – máscara facial. No Japão é usada ainda, para proporcionar hálito fresco, em produtos como goma de mascar e creme dental.

Segundo a organização, que considera “questionável a prática de patenteamento de plantas e cultivares tradicionalmente usadas pelas comunidades da Amazônia e o registro de seus nomes como marcas“, há também registros por empresas dos EUA (em 1973), Inglaterra (1976) e União Euroéias (2001).

Apesar da história da biopirataria ter começado nos idos de 1500, com o pau-brasil, essa questão é muito atual e promete muito “pano para manga” no futuro. É uma questão de soberania nacional que merece ser discutida.